sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

A.L. 1.1 Amoníaco e compostos de amónio em materiais de uso comum


             No passado dia 15 de Fevereiro de 2013, na aula laboratorial, de Física e Química, realizamos vários testes para detectar a presença de compostos de amoníaco e de amónio.
                
              O primeiro teste consistiu em detectar a presença de amoníaco a partir da utilização do indicador universal de pH. O teste baseou-se em mergulhar o indicador universal em três soluções: duas de amoníaco com diferentes concentrações (uma de 1,5 mol e outra de 0,01 mol) e outra de Ajax. O indicador mergulhado na solução mais concentrada tornou-se num azul mais escuro enquanto que o de menor concentração apresentou um azul mais claro. No entanto o Ajax ficou no “meio-termo” das duas soluções, ou seja, mais claro que a mais concentrada e mais escuro que a menos concentrada. 

O segundo teste baseou-se na formação de fumo branco de cloreto de amónio com a aproximação de uma vareta mergulhada em ácido clorídrico, de três gobelés, sendo que dois deles continham duas concentrações de amoníaco (sendo que uma delas continha 5 mol e a outra 0,5 mol) e o outro gobelé continha Ajax. Como se visualizou a formação de fumos brancos através da reacção do ácido clorídrico e das amostras, podemos concluir que as amostras anteriormente referidas, continham amoníaco ou o catião amónio.
                As equações das reacções são as seguintes:






                 O terceiro e último teste trata-se da detecção de amoníaco e/ou compostos de amónio, através da adição da amostra (soluções de Ajax) à solução aquosa de  sulfato de cobre (II) diluída. Caso exista amoníaco, aparecerá, de início um precipitado azul claro, Cu(OH)2, hidróxido de cobre (II) e ao continuar a adicionar a solução em análise, a mistura ficará com um azul intenso, devido a formação de (ião complexo de tetraaminacobre (II)).














         

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