No passado dia 15 de Fevereiro de
2013, na aula laboratorial, de Física e Química, realizamos vários testes para detectar a presença de compostos de amoníaco e de amónio.
O
primeiro teste consistiu em detectar a presença de amoníaco a partir da
utilização do indicador universal de pH. O teste baseou-se em mergulhar o
indicador universal em três soluções: duas de amoníaco com diferentes
concentrações (uma de 1,5 mol e outra de 0,01 mol) e outra de Ajax. O indicador
mergulhado na solução mais concentrada tornou-se num azul mais escuro enquanto
que o de menor concentração apresentou um azul mais claro. No entanto o Ajax
ficou no “meio-termo” das duas soluções, ou seja, mais claro que a mais
concentrada e mais escuro que a menos concentrada.
O segundo
teste baseou-se na formação de fumo branco de cloreto de amónio com a
aproximação de uma vareta mergulhada em ácido clorídrico, de três gobelés,
sendo que dois deles continham duas concentrações de amoníaco (sendo que uma
delas continha 5 mol e a outra 0,5 mol) e o outro gobelé continha Ajax. Como se
visualizou a formação de fumos brancos através da reacção do ácido clorídrico e
das amostras, podemos concluir que as amostras anteriormente referidas,
continham amoníaco ou o catião amónio.
As equações das reacções são as seguintes:
As equações das reacções são as seguintes:
O terceiro e último teste trata-se
da detecção de amoníaco e/ou compostos de amónio, através da adição da amostra (soluções de Ajax) à solução aquosa de sulfato de cobre (II) diluída. Caso exista amoníaco, aparecerá, de início um precipitado azul claro, Cu(OH)2, hidróxido de cobre (II) e ao continuar a adicionar a solução em análise, a mistura ficará com um azul intenso, devido a formação de
(ião complexo de tetraaminacobre (II)).




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